domingo, 17 de abril de 2011

Cuidado com o Falso Amigo

2º Samuel 13

A história de Amnom é muito triste. Filho do rei Davi, este jovem podia ter vivido uma linda história, mas deixou-se abater por seus sentimentos de desejo e paixão carnal que nutria por Tamar, sua própria irmã por parte de pai. Guiado por essa paixão doentia e pecaminosa ele violentou Tamar, e acabou assassinado por Absalão, irmão de Tamar.

Sem dúvida foi uma grande tragédia em Israel. Amnom estava dominado pelo pecado, e em sua obsessão carnal cometeu esse ato tão grotesco.
Porém, houve alguém que influenciou Amnom a fazer tudo isso, esse alguém foi Jonadabe, seu primo e “amigo”. Este homem, segundo o texto acima, era um homem muito sagaz, isto é, “astuto, malicioso”. Amnom era amigo de Jonadabe e por isso lhe contou acerca da atração que sentia por Tamar. Este, maldosamente o aconselhou em todo o procedimento e na estratégia para a prática do pecado, preparando uma verdadeira armadilha para aquela jovem, que inocentemente caiu indefesa. 

Esta história nos faz pensar acerca dos maus conselheiros e dos maus amigos. Os verdadeiros amigos jamais dão maus conselhos, pois esses vão nos prejudicar, se os seguirmos.

Quando um amigo deixa de ser amigo?
Quando induz ao erro, ao mau e à queda. Obviamente faltou a Amnom sabedoria para ver que o conselho de Jonadabe, fazia dele mais um inimigo que um amigo. Se Jonadabe fosse amigo não o teria induzido ao erro, mas tentaria de todos os meios afastar a Amnom desse caminho que certamente lhe traria más e graves conseqüências.

Que grande “Amigo” foi Jonadabe…
Com sua sagacidade induziu fraco e impuro Amnom ao erro e à destruição.

Amados, infelizmente muitos há que desprezam os bons conselheiros e os verdadeiros amigos, e seguem os maus conselhos que provém dos inimigos disfarçados. Muito cuidado! Jamais troque os conselhos e orientações de Deus por qualquer outra coisa. Jesus é o amigo de todas as horas. Que você possa saber escolher bem os seus amigos, sem jamais tropeçar. Sejamos os bons amigos que induzem e orientam os outros ao bom caminho que é Jesus. Uma ótima semana com muita saúde e paz, na graça de Deus.

Texto: Pastor Ronaldo R.S

domingo, 10 de abril de 2011

Ministério de Casais

Encontro: Às Quartas-feira, após as 20:00
Local: Sempre na casa de um membro!
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PRÓXIMO ENCONTRO!

HOMENS: --\--
MULHERES: --\--
Aberto a todos os casais, tragam visitantes e participe conosco deste encontro abençoador!

Início: 20:00 hs
Dia: --\--

informações: (27) 3344-7641
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POSTAGEM APOIADA POR: QUANTUM ECONÔMICO BASIC!
Experimente grátis hoje mesmo!
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sábado, 9 de abril de 2011

O Grande Violinista


“Nicolo Paganini, foi um dos maiores violinistas que o mundo conheceu.  Uma noite ele estava se apresentando diante de uma grande platéia acompanhado por uma orquestra completa, mas no meio do espetáculo o inesperado aconteceu: uma das cordas de seu violino se arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini não para. Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons perfeitos de um violino imperfeito. Porém, mal o público se acalma e uma segunda e terceira corda do violino de Paganini se rompe. O maestro para de novo. A orquestra também, a respiração do público para, mas Paganini, de modo espetacular, tira todos os sons da única corda que sobrara naquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. Ao final do concerto, Paganini é Aplaudido. Seu nome corre através do tempo. Agora Paganini não é apenas um violinista, ele é “o violinista de uma corda só”.

Amados, há momentos em que a vida da gente se transforma em um violino de uma corda só.
Primeiro, se arrebenta a corda dos sonhos, dos projetos. Depois se rompe a corda do ânimo, da motivação; depois se parte a corda da fé, da confiança em Deus e aí o que nos resta é uma única corda: a fragilidade, a limitação; a corda da fraqueza humana. Neste momento pensamos: “Meu Deus, o violino da minha vida, nunca mais será capaz de produzir uma bela melodia!”. E por que dizemos isso? Porque achamos que o sucesso depende da perfeição do violino, da nossa vã sabedoria ou da nossa experiência, todavia, a história de Paganini nos ensina que o sucesso não depende do violino, mas das mãos que tocam o violino!

Ainda que sua vida tenha se transformado em um violino de uma corda só, lembre-se que Jesus, o músico Supremo, nos toma como somos e é capaz de fazer de nós as melhores  melodias de uma vida restaurada e bendita por Ele.

(Ilustração Cedida pela Irmã Helena – Extr./Adap. Pr. Ronaldo)

Que o Espírito Santo encha a sua vida


Não há dúvida de que Deus quer que todo cristão experimente a vida cheia do Espírito.  Por outro lado, temos que admitir que a maioria dos cristãos nunca viveu na plenitude do Espírito.  E qual a razão disto?  Penso que isto se explica pelo fato de a maioria dos crentes não tomarem as atitudes corretas frente ao Espírito Santo.  Para que o Espírito Santo encha sua vida:

É preciso resolver buscar mais de Deus!  O comodismo e a omissão fazem o principal obstáculo a ser vencido pelo crente para alcançar o enchimento do Espírito.  Devemos nos mirar no exemplo do apóstolo Paulo, conforme Fp 3:13 e 14: esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus.

É necessário aprender a orar. Não há como alcançar, nem como manter uma vida cheia do Espírito sem que a oração faça parte do cotidiano do crente. Quanto mais a oração fizer parte da sua vida, mais o Espírito atuará em seu viver.

É necessário obedecer.  O apóstolo João descreve a relação que há entre cumprir os mandamentos de Cristo e a atuação do Espírito no crente: Quem guarda os seus mandamentos, em Deus permanece e Deus nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós: pelo Espírito que nos tem dado (I Jo 3:24).  Uma vida de rebeldia entristece e apaga a ação do Espírito (I Ts 5:19 e Ef 4:30).

É preciso arrepender-se, confessar e abandonar o pecado.  O salmista nos inspira a orar assim: Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável (Sl 51:10). Um coração (ou alma) puro, limpo do pecado, é crucial para que o Espírito Santo transborde no crente.

Meu irmão, se você ainda não vive cheio do Espírito Santo, fatalmente, está incorrendo na falta de alguma destas atitudes. Reflita com sinceridade e reconheça onde está a falha. O Deus Eterno quer encher sua vida do Espírito.  

Texto: Extraído - Paulo Rogério Petrizi

domingo, 27 de março de 2011

Sou Pastor e Agora?


Após quatro anos estudando teologia, passar pelo Concílio e ser sabatinado para a Licenciatura e ordenação e esperar mais um tempo, enfim, fui aprovado. Ontem, fui ordenado Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil. Nesse exato momento sou o mais “novo Pastor presbiteriano”.  Hoje, pela manhã, levantei, olhei no espelho, belisquei o meu braço e tive a certeza de que não é um sonho.  Ao olhar no espelho, percebi que sou o mesmo. O mesmo sujeito, a mesma cara, o mesmo corpo, a mesma voz e não tenho “Super-poderes”. Bem, há algo que mudou em mim, meu coração! Sinto-o mais afoito pelo ministério, com desejo de trabalhar e cuidar da igreja que não é minha, mas do senhor Jesus.  Sinto a alegria da responsabilidade, (não o peso).

Sinto que minha ordenação foi realmente dada por Deus. Quando fui chamado, agi como Gideão e pedi algumas confirmações. E “toda grama seca e lã molhada” pedida foi atendida. Hoje tenho a plena convicção que Deus está no controle e caminho do meu primeiro ministério. Mas e agora Pastor, Como vai ser? Apesar da minha “vasta” experiência de algumas horas de Pastorado, estou consciente que haverá muitos desafios e lutas. Sei que esses desafios do ministério deverão ser vencidos dia a dia. Jamais quero ter o perigo de achar-se tão capacitado que não necessite mais de uma palavra de sabedoria. Não quero esquecer que antes de ser pastor, sou ovelha, sou servo de Deus através da igreja.

Quero e Preciso continuar humilde e aberto à visão de Deus e a necessidade do seu reino. Quero cumprir minhas atribuições pastorais: “Orar com o rebanho e por este; apascentá-lo na sã doutrina cristã, exercer minhas funções com zelo, orientar e superintender as atividades da igreja, a fim de tornar eficiente a vida espiritual do povo de Deus; Prestar assistência pastoral; instruir os neófitos, dedicar atenção a infância e a mocidade, bem como aos necessitados, aflitos, enfermos e desviados; exercer, juntamente com ou outros presbíteros, o poder coletivo de governo” (Manual Presbiteriano) Ainda bem que posso sentir as palavras de Deus a Josué, ecoando nos meus ouvidos: “Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer... que andares” (Josué 1:1 a 9). -Amém!

Pastor Ronaldo R. Soares